Morbidade por esquistossomose mansônica nas terras indígenas Maxakali e Xakriabá, Minas Gerais

dc.contributor.advisorMarinho, Carolina Coimbra
dc.contributor.advisorcoCoelho, George Luiz Lins Machado
dc.contributor.authorNicolato, Aline Joice Pereira Gonçalves
dc.creator.affilliationUniversidade Federal de Ouro Preto. Ouro Preto, MG, Brasilen_US
dc.date.accessioned2022-03-16T20:36:59Z
dc.date.available2022-03-16T20:36:59Z
dc.date.issued2014
dc.degree.date2014
dc.degree.grantorUniversidade Federal de Ouro Preto. Núcleo de Pesquisas em Ciências Biológicasen_US
dc.degree.localOuro Preto/MGen_US
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Biológicasen_US
dc.description.abstractA morbidade por esquistossomose nas populações indígenas Maxakali e Xakriabá, habitantes de áreas endêmicas para a doença no Estado de Minas Gerais, não é conhecida. Os objetivos deste trabalho foram determinar a prevalência e a carga parasitária da infecção por Schistosoma mansoni por intermédio do exame parasitológico de fezes, e a gravidade das formas da esquistossomose mansônica por exame clínico e ultrassonográfico e investigar sua associação com as características clínico-epidemiológicas específicas de cada população indígena. Foram realizados o exame clínico e ultrassonografia abdominal em todos os indivíduos com mais de quatro anos de idade, na população Xakriabá; e naqueles com mais de 15 anos de idade do sexo masculino, na população Maxakali. A avaliação ultrassonográfica foi realizada conforme protocolo da Organização Mundial da Saúde. Na Terra Indígena (TI) Xakriabá (n=148) foi encontrada prevalência de 26,7% da infecção por esquistossomose, e carga parasitária moderada (194,2 ovos por grama de fezes). A média de idade dos infectados foi 12,5 anos. Foi diagnosticada fibrose periportal em 28,6% dos indivíduos, com predomínio das formas leves. Foram identificadas as formas hepatintestinal e hepatesplênica em 38,4% e 0,7% das pessoas examinadas, respectivamente. Na TI Maxakali (n=149), foi encontrada fibrose periportal em 8,3% dos indivíduos avaliados, com prevalência de 6,9% e 1,4% das formas hepatintestinal e hepatesplênica, respectivamente. As populações estudadas caracterizaram-se por alto risco de infecção e presença de formas hepáticas graves.en_US
dc.description.abstractenInformation about the morbidity caused by schistosomiasis in Maxakali and Xakriaba indigenous populations, living in endemic areas for the disease in the state of Minas Gerais is unavailable. The objectives of this study were to determine the prevalence and parasite burden of schistosomiasis by stool examination, to assess and to describe the presence of severe forms of the disease by clinical and ultrasound examination and to investigate their association with specific clinical and epidemiological characteristics in each indigenous population. Clinical examination and abdominal ultrasonography (US) were performed in all subjects older than four years in Xakriaba population, and males older than 15 years in Maxakali population. Abdominal US examination followed the World Health Organization guidelines. In Xakriaba (n= 148) a prevalence of 26.7% of schistosomiasis infection was found, with moderate parasite burden (194,2 eggs per gram of feces). The mean age of those infected was 12.5 years. Periportal fibrosis was diagnosed in 28.6 % of subjects, with predominance of mild forms. 38,4% of participants had the hepatointestinal form, and 0,7 %, the hepatosplenic form. In Maxakali (n= 149), periportal fibrosis was found in 8.3 % of the subjects, with a prevalence of 6.9% of hepatointestinal form and 1,4% of hepatosplenic form. The populations studied were characterized by high risk of infection and the presence of severe hepatic formsen_US
dc.identifier.citationNICOLATO, Aline Joice Pereira Gonçalves. Morbidade por esquistossomose mansônica nas terras indígenas Maxakali e Xakriabá, Minas Gerais. 2014. 138 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Ouro Preto, Núcleo de Pesquisas em Ciências Biológicas, Ouro Preto, 2014en_US
dc.identifier.urihttps://repositorio.bvspovosindigenas.fiocruz.br/handle/bvs/6619
dc.language.isoporen_US
dc.rightsopen accessen_US
dc.subject.decsBrasilen_US
dc.subject.decsSaúde de Populações Indígenasen_US
dc.subject.decsÍndios Sul-Americanosen_US
dc.subject.decsEpidemiologiaen_US
dc.subject.decsDoenças Parasitáriasen_US
dc.subject.decsEsquistossomose mansonien_US
dc.subject.decsHepatopatias Parasitáriasen_US
dc.subject.decsFibrose Peritonealen_US
dc.subject.enBrazilen_US
dc.subject.enHealth of Indigenous Peoplesen_US
dc.subject.enIndians, South Americanen_US
dc.subject.enHepatosplenic Schistosomiasisen_US
dc.subject.enHepatointestinal Schistosomiasisen_US
dc.subject.enSchistosomiasisen_US
dc.subject.otherRegião Sudesteen_US
dc.subject.otherXakriabáen_US
dc.subject.otherMinas Geraisen_US
dc.subject.otherMaxakalien_US
dc.titleMorbidade por esquistossomose mansônica nas terras indígenas Maxakali e Xakriabá, Minas Geraisen_US
dc.typeDissertationen_US
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