Uma etnografia sobre a pluralidade de modelos de atenção à saúde entre os índios Munduruku Kwatá Laranjal Borba, Amazonas: Prtáticas de autoatenção, xamanismo e biomedicina

dc.contributor.advisorWiik, Flávio Braune
dc.contributor.authorScopel, Daniel
dc.creator.affilliationUniversidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC, Brasil.en_US
dc.date.accessioned2019-08-06T17:05:29Z
dc.date.available2019-08-06T17:05:29Z
dc.date.issued2013
dc.degree.grantorUniversidade Federal de Santa Catarina. Centro de Filosofia e Ciências Humanasen_US
dc.degree.localFlorianópolis/SCen_US
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Antropologia Socialen_US
dc.description.abstractEsta tese visa analisar as relações e redes sociais de apoio mútuo e cuidados a partir das práticas indígenas de autoatenção à saúde e às enfermidades entre os Índios Munduruku do Rio Canumã. Na Terra Indígena Kwatá-Laranjal vivem 2500 índios Munduruku. O estudo é etnográfico e admitiu múltiplas técnicas de pesquisa (observação participante, entrevistas, acompanhamento de itinerários terapêuticos, etc.). Entende-se que as redes de relações sociais são decisivas nos processos de saúde/doença/atenção (MENÉNDEZ, E. L., 2009). Essa temática se insere entre os estudos antropológicos sobre saúde indígena no Brasil (LANGDON, 2004) e tem foco na relação entre diferentes saberes de atenção (MENÉNDEZ, E. L., 2009) por meio da compreensão de que os diversos atores sociais agem em um campo plural de intermedicalidade (FOLLÉR, 2004; GREENE, 1998; LANGDON, 2004). O recorte teórico-metodológico parte da autoatenção em sentido estrito (MENÉNDEZ, E. L., 2003) por meio das práticas e estratégias intencionais de atores “leigos” na busca por prevenir, minimizar, eliminar ou conviver com as enfermidades. Esse recorte permite a identificação da multiplicidade de formas de atenção e a descrição dos espaços de intermedicalidade. Partindo do reconhecimento da pluralidade de formas e modelos de atenção à saúde, buscou-se enfatizar a agência dos atores sociais, ou seja, as práticas formas indígenas de atenção, tomando-as como produtos emergentes de relações sociais em um contexto pluriétnico. O diferencial da proposta é que o estudo não se restringe aos saberes de especialistas Munduruku, nem apenas aos profissionais de saúde biomédicos, mas abrange as relações e redes sociais articuladas através da práxis da autoatenção.en_US
dc.identifier.citationSCOPEL, Daniel. Uma etnografia sobre a pluralidade de modelos de atenção à saúde entre os índios Munduruku Kwatá Laranjal Borba, Amazonas: Prtáticas de autoatenção, xamanismo e biomedicina. 2013. 262 f. Tese (Doutorado em Antropologia Social) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Florianópolis, 2013en_US
dc.identifier.urihttps://repositorio.bvspovosindigenas.fiocruz.br/handle/bvs/574
dc.language.isopor
dc.rightsopen accessen_US
dc.subject.decsAtenção à Saúde
dc.subject.otherAtenção à Saúde
dc.subject.otherAmazonasen_US
dc.subject.otherBrasilen_US
dc.subject.otherRegião Norteen_US
dc.subject.otherSaúde de Populações Indígenasen_US
dc.subject.otherRegião Amazônicaen_US
dc.subject.otherEtnografiaen_US
dc.subject.otherAntropologia Culturalen_US
dc.subject.otherMundurukuen_US
dc.subject.otherXamanismoen_US
dc.subject.otherBiomedicinaen_US
dc.subject.otherSaberes indígenasen_US
dc.subject.otherPráticas de autoatençãoen_US
dc.subject.otherIntermedicalidadeen_US
dc.titleUma etnografia sobre a pluralidade de modelos de atenção à saúde entre os índios Munduruku Kwatá Laranjal Borba, Amazonas: Prtáticas de autoatenção, xamanismo e biomedicina
dc.typeThesisen_US
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