Níveis de mercúrio em peixes consumidos pela comunidade indígena de Sai Cinza na Reserva Munduruku, Município de Jacareacanga, Estado do Pará, Brasil

dc.contributor.authorBrabo, Edilson da Silva
dc.contributor.authorSantos, Elisabeth de Oliveira
dc.contributor.authorJesus, Iracina Maura de
dc.contributor.authorMascarenhas, Artur Fernando
dc.contributor.authorFaial, Kleber Freitas
dc.creator.affilliationFundação Nacional de Saúde. Instituto Evandro Chagas. Belém, PA, Brasilen_US
dc.creator.affilliationFundação Nacional de Saúde. Instituto Evandro Chagas. Belém, PA, Brasilen_US
dc.creator.affilliationFundação Nacional de Saúde. Instituto Evandro Chagas. Belém, PA, Brasilen_US
dc.creator.affilliationSecretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração. Belém, PA, Brasilen_US
dc.creator.affilliationFundação Nacional de Saúde. Instituto Evandro Chagas. Belém, PA, Brasilen_US
dc.date.accessioned2021-11-09T14:18:39Z
dc.date.available2021-11-09T14:18:39Z
dc.date.issued1999
dc.description.abstractO estudo consiste em avaliar os níveis de mercúrio no pescado consumido pela comunidade indígena de Sai Cinza (Reserva Munduruku) no Estado do Pará, e associá-los com os hábitos de consumo da população. Um total de oitenta espécimes de peixes foram capturados. As determinações de Hg foram realizadas por absorção atômica. A concentração média de Hg nas espécies carnívoras foi de 0,293 µg/g (DP = 0,104) enquanto nas não carnívoras foi de 0,112 µg/g (DP = 0,036). As espécies referidas como de maior consumo ente os 330 indivíduos entrevistados foram: tucunaré, pacu, jaraqui, traíra, aracu, matrinchã e caratinga. As espécies com concentrações mais elevadas de Hg foram tucunaré e traíra, que estão entre os peixes mais consumidos. A freqüência de consumo constitui-se num fator importante na avaliação de risco de contaminação por mercúrio em comunidades que não têm outras alternativas de alimentação.en_US
dc.identifier.citationBRABO, Edilson da Silva; et al. Níveis de mercúrio em peixes consumidos pela comunidade indígena de Sai Cinza na Reserva Munduruku, Município de Jacareacanga, Estado do Pará, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 15, n. 2, p. 325-332, abr-jun., 1999en_US
dc.identifier.doi10.1590/S0102-311X1999000200017
dc.identifier.issn0102-311X
dc.identifier.urihttps://repositorio.bvspovosindigenas.fiocruz.br/handle/bvs/5103
dc.language.isoporen_US
dc.publisherEscola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, Fundação Oswaldo Cruzen_US
dc.rightsopen accessen_US
dc.subject.decsBrasilen_US
dc.subject.decsSaúde de Populações Indígenasen_US
dc.subject.decsÍndios Sul-Americanosen_US
dc.subject.decsIntoxicação por Mercúrioen_US
dc.subject.decsHábitos alimentaresen_US
dc.subject.decsMercúdio/toxicicidadeen_US
dc.subject.otherRegião Norteen_US
dc.subject.otherRegião Amazônicaen_US
dc.subject.otherParáen_US
dc.subject.otherMundurukuen_US
dc.subject.otherDoenças e Agravos Não Transmissíveisen_US
dc.titleNíveis de mercúrio em peixes consumidos pela comunidade indígena de Sai Cinza na Reserva Munduruku, Município de Jacareacanga, Estado do Pará, Brasilen_US
dc.typeArticleen_US
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