Controle da tuberculose em área indígena: experiência de uma nova abordagem em Água Branca-MT, maio de 1996.

dc.contributor.authorAmarante, Jorge Meireles
dc.contributor.authorPorto, Jorrildo Farias
dc.contributor.authorSilva, Fátima Aparecida da
dc.creator.affilliationSecretaria de Saúde do Distrito Federal. Assessoria Especial. Brasília - DF, Brasil.en_US
dc.creator.affilliationSecretaria de Saúde do Distrito Federal. Núcleo de Farmácia. Brasília - DF, Brasil.en_US
dc.creator.affilliationFundação Nacional do Índio. Departamento de Saúde. Duque de Caxias, MT, Brasilen_US
dc.date.accessioned2019-11-28T15:04:07Z
dc.date.available2019-11-28T15:04:07Z
dc.date.issued1996
dc.description.abstractOs autores apresentam o protocolo utilizado no controle de um surto de tuberculose na aldeiaXavante Água Branca,jurisdicionada à Administração Regional da FUNAI de Nova Xavantina - MT. em maio de 1996, enfatizando a conduta peculiar tomada principalmente no que se refere à proteção dos sadios e os resultados obtidos em curto prazo, revertendo a tendência da incidência crescente a moléstia na aldeia. O fulcro das ações, além da descoberta e tratamento dos casos.foi a quimioprojilaxia estendia a toso os comunicantes de pacientes baciliferos, reatores fortes ao teste tuberculinico, independentemente da idade e do estado vacinal. A alergia tuberculínica com mais de 15mm de induração foi valorizada como indicador de infecção natural pelo bacilo humano, mesmo em presença de alta cobertura da vacina BCG na população. No período de janeiro a abril de 1996, haviam sido registrados 1 O casos novos de tuberculose pulmonar confirmados pela baciloscopia direta do escarro, os quais vieram ainda se somar mais de dois, descobertos no decorrer da própria ação, vale dizer, uma média de 3 baciliferos a cada mês. Decorridos 6 meses da introdução da quimioprojilaxía em massa no grupo considerado de maior risco de adoecimento, nenhum caso positivo foi registrado e não ocorreu nenhum episódio de intolerância a isoniaziâa; que não fosse controlado na própria aldeia. Duas pessoas residentes em casas de pacientes bacilíferos que não se encontravam na aldeia por ocasião da ação de saúde e, portanto, não foram submetidas à quimioprojilaxía, retomaram, após 3 meses de ausência, com baciloscopia positiva no escarro. Este trabalho é preliminar, uma vez que o protocolo será estendido a mais duas aldeias componentes do Posto Indígena Apowe, que mantém intenso intercâmbio migratório com a aldeia Água Branca.en_US
dc.identifier.citationAMARANTE, Jorge Meireles; PORTO, Jorrildo Farias; SILVA, Fátima Aparecida da. Controle da tuberculose em área indígena: experiência de uma nova abordagem em Água Branca-MT, maio de 1996.. Revista de Saúde do Distrito Federal, v. 7, n. 4, p. 25-32, 1996.en_US
dc.identifier.issn0103-4480
dc.identifier.urihttps://repositorio.bvspovosindigenas.fiocruz.br/handle/bvs/1344
dc.language.isopor
dc.publisherSistema de Saúde do Distrito Federalen_US
dc.rightsopen accessen_US
dc.subject.decsBrasilen_US
dc.subject.decsÍndios Sul-Americanosen_US
dc.subject.decsSaúde de Populações Indígenasen_US
dc.subject.decsTuberculoseen_US
dc.subject.decsQuimioprevençãoen_US
dc.subject.otherBrasilen_US
dc.subject.otherÍndios Sul-Americanosen_US
dc.subject.otherSaúde de Populações Indígenasen_US
dc.subject.otherMato Grossoen_US
dc.subject.otherRegião Centro-Oesteen_US
dc.subject.otherXavanteen_US
dc.subject.otherTuberculoseen_US
dc.subject.otherQuimioprofilaxiaen_US
dc.titleControle da tuberculose em área indígena: experiência de uma nova abordagem em Água Branca-MT, maio de 1996.en_US
dc.typeArticleen_US
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